segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Nossa, Mãe!


Olá, gente,
Já lhes falei sobre o livro que acabo de escrever, o Intuitor Bião - um Homem de Palavra. Postei até alguma coisa dele, lembram-se? Bom, mandei o original para a editora. Então o que acontece? Mandei o texto não revisado. Só que o texto revisado sumiu do computador e do pen-drive. Perdi legal. Não dizem que, mais dias, menos dias, todos têm de perder um arquivo? Pois chegou o mais dias pra mim. Não sou relapso não, gente (ou sou?). Ocorre que eu tinha várias versões do texto. Então saí deletando os textos desatualizados a fim de deixar só o oficial, estão entendendo? Mas aí...
Bem, o certo é que já estou no fim da nova revisão. O livro tem algumas mensagens ocultas, escritas nas entrelinhas, coisa dum personagem meio biruta, o tal Intuitor Bião. No texto abaixo, por exemplo, o Simônidas passa recados para a amante. Só a amante vai entender. Depois o autor explica as entrelinhas, é evidente. Querem ler? A história é divertidíssima, pessoal.
Boa leitura e um abraço,
Tião


Nossa, Mãe!

Crônica 5
Autor: Simônidas Silva
Data: Quinta-feira, 05/05/2016

Está fazendo hoje, quinta-feira, 05 de maio de 2016, quatro anos, três meses e dezoito dias que escrevi as primeiras bobagens acerca de certas comemorações. Recordo-me porque as escrevinhei no auge da exaltação pela apertada vitória do DNI no plebiscito da criação do dia do idiota. Todos concordavam com a homenagem, o problema residia na denominação. DNI ou DIN? Ou seja, Dia Nacional do Idiota, ou Dia do Idiota Nacional? Terminou dando o DNI.
Fiz apologia dos idiotas,

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O PODER DE UMA PULSEIRINHA


O Poder de uma pulseirinha

          Vicente beijou a mulher e saiu para o segundo trabalho. Passavam poucos minutos das dez horas quando chegou à Lotérica Sorte Boa. Ficou um tempinho, deu uma geral no ambiente, pegou a moto e foi para outro bairro. Parou no Banco de Andiroba, sondou o movimento e decidiu ir ao centro da cidade. Passava defronte da Caixa Econômica de Andiroba, então resolveu ficar uns minutinhos por lá. Deixou a moto um pouco distante da Caixa, pegou uma pasta dessas de transportar documentos, deu breve ajeitada no visual e entrou no estabelecimento.
Vicente, leitor, não é detetive, tampouco segurança de nenhuma empresa. Vicente é garçom de carteira assinada e tudo. O segundo trabalho do Vicente é assaltar. Leva carteira e tudo que o assaltado tiver no momento. Vicente é ladrão de primeira. Quer dizer, de segunda. Segunda ocupação, é claro.
Vaidoso, gosta de andar bem vestido,

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A REVISTA DA CLÍNICA



MICROCONTOS

Soltava os seus pensamentos, que de tão libertinos a si própria espantavam (Libertinos, Zélia Oliveira, Recanto das Letras)

Olha lá! Que lindos! O que é? Não vês? São pensamentos se esfregando no vento (Tião)

Oi, pessoal,
Na última postagem, falei do contágio do riso. Volto ao tema. Abro o post com a mesma frase da outra, mas espero que não riam da falta de criatividade, ok?


A REVISTA DA CLÍNICA


             Esse negócio de rir é engraçado. Desculpem a impropriedade vocabular, ou o trocadilho da sentença. Saiu sem eu querer, meu nobre. Por que não a deletei, se precisei me desculpar? Porque sinto enorme dificuldade em abrir um texto. Então, quando algo me vem à cabeça, procuro logo trancafiá-lo na prisão do word. Algo é escorregadio demais, gente. De mais a mais é titubeante. “Algo me diz” não dá garantia alguma de que o que o bexiguento está a nos dizer seja verdade, não é certo?
Bom, a sessão de riso ocorreu numa clínica. Sessão dupla, verão vocês, minhas nobres. Cheguei à clínica,