sexta-feira, 27 de abril de 2012

INTUITOR BIÃO - UM HOMEM DE PALAVRA


Olá, colegas,
Em algumas postagens no http://www.pocilgadeouro.com/, tenho me reportado ao meu segundo livro, o Intuitor Bião – um Homem de Palavra. Pois não é que o bicho acabou de sair? Ou melhor, de entrar? Ele está aqui, ó: http://www.protexto.com.br/livro.php?livro=425.
Se quiser comprá-lo, sinta-se à vontade. Caso prefira, pode adquiri-lo de mim. Mande um imeio para tcarneirosilva@gmail.com ou ligue 8741-1610. Beleza? Pela editora, o livro sai por R$ 73,00, considerando o frete. Comigo, o danadão fica por R$ 50,00, já que estou repassando o desconto que  a editora me dá. Mas fique à vontade. Inclusive pra não comprar. Devo receber o romance daqui pro dia 10 de maio. Reserve logo seu exemplar, visto o best-seller estar bombando (tá rindo de quê?). A primeira edição esgotou-se antes de chegar à rua, acreditam?
Não farei lançamento, pois não quero que se veja obrigado a ir ao evento apenas porque é meu amigo. Livrarias? Por enquanto, não. A editora tem um programa de “Livrarias Parceiras”. Estamos tentando viabilizar esse projeto. O certo é que queremos fugir da humilhante consignação imposta ao autor por essa modalidade de venda.

Leiam as orelhas do livro e em seguida uns trechinhos das idiotices literárias.

“Palimpsesto é um texto sobre o qual se descobrem escritas anteriores. Neste livro, o escrevinhador Tião Carneiro nos presenteia, com grande maestria, algumas cartas e mensagens que podemos considerar como um palimpsesto, pois cada palavra tem um significado diferente, escondido. Ao longo da história, certos personagens, exímios usuários da intuição racional, irão desvendar as reais intenções de seus autores, o que irá fascinar quem estiver saboreando este livro.
Os acontecimentos se sucedem no meio deste século, em 2049, e predizem um futuro incerto para a humanidade. Quem viver, verá!”

Fernando Carlos Daiha Nunes da Silva
Escritor


“Tião Carneiro é homem de palavra. Fruto da sua fluência verbo-gráfica, e passando bem longe da verborragia, não há, aqui, “palavrinhas inúteis, perdidas”. As palavras caem nas páginas deste livro como água em cachoeira, levando o leitor, em imersões literárias, compulsórias no início, a pescar, numa bela manobra romanesca, episódios presentes no livro A Senhora 2 e o Senhor 2, do mesmo autor. Passada a aprazível turbulência, os mergulhos serão espontâneos, conduzidos pelos intuitores Bião e Simas, que esclarecem verdades escondidas nas entrelinhas do texto. Não há palavras perdidas. Mesmo a brincadeira com o nome de personagens e de lugares não é sem propósito: traz à tona uma contundente crítica social, protagonizada pela personificada D. Internete. A cada mergulho, o leitor é fisgado por uma surpresa. É mesmo surpreendente. Haja fôlego, mas vale a pena. Muito.”

João Felipe Filho
Escritor


Agora vou lhe apresentar um dos principais personagens, o Bião.

Bião tem um metro e quarenta e oito centímetros, pesa 45 quilos, usa cabelos compridos, encaracolados. Os olhos são amarelados. As pernas. Ah, as pernas! Bião tem pernas de sibite. São tão grossas que as dos pardais daqui do Arruda ganham de goleada das dele.
O desgraçado do Bião não joga sequer um grama de disfarce na genética feiura. Pelo contrário, levanta toneladas de esquisitices para se tornar mais feio. Ninguém o vê sem uma camisa compridona, quadriculada, tipo toalha de mesa, bastante comum na roça de antigamente. As bermudas do espantalho são todas coloridas, cada uma com no mínimo oito bolsos. Outro acessório do qual o Bião não se separa são os óculos. O galã adora óculos escuros.


Leia o que o Bião disse a um de seus interlocutores.

“Escreva como lhe convier. É um direito seu. Mas reserve-me o direito de ser como sou, tá legal? Não sou escritor, seu doutorzinho e literato de merda. Sou intuitor! Intuitor! Intuitor! Ouviu bem? Escritor apenas flerta com a intuição. Intuitor é amigado com a intuição. Sacou, meu?”

Veja uma partezinha erótica do livro

Tudo bem até aqui, Simas? Vamos adiante. Na véspera de o Simas depor na CPI, ele e a Carlinda chegam ao apartamento onde o Simas está hospedado. Preparam-se para dormir. Carlinda retira um terno azul da bolsa, deixa-o sobre a cama e começa a se despir. Carlinda está usando, Marcão, assim o Simas me disse, um vestido longo, sensualíssimo, verdinho.
Ela começa a se desfazer do vestido, mostrando, aos pouquinhos, a estrutura da devassidão. Depois se desfaz do sutiã, também verdinho, mas amarelinho de inutilidade, já que os avermelhados biquinhos, de tão róseas e rochosas tetas, não acusam necessidade de suporte algum. Por último ela tira as meias, branquinhas, tão imaculadas quantas as imaculadas, lisinhas e adoráveis coxas. Simas deve ter se enganado com a sequência dos colíricos atos, meu amigo Marcão, visto o glorioso espetáculo sempre começar pelo abandono das meias. Em seguida...

Quer mais? Então...

Um abração, gente,
Tião Carneiro