sexta-feira, 13 de julho de 2012

E(LEITOR), SEU DANADO - QUER UM LIVRO DE PRESENTE?


E(LEITOR), SEU DANADO!- QUER UM LIVRO DE PRESENTE?

“Foi, Galego”, disse Assis de Maria de Paulo, entrando na conversa que estava alvoroçando São Mateus, cidade interiorana do Rio Pequeno do Norte, estado situado no nordeste de Andiroba, país beijoqueiro do Brasil.
“Pede um guizadinho com cuscuz pra mim, Galego”.
Galego gritou o pedido e voltou-se para Assis.
    Como foi isso, Assis? Mataram Pedrão de emboscada, foi?
    Homem, tu não sabe de nada mesmo, não é, Galego?    
-  Sei não, porra. Tô por fora de tudo.
— Pois diga! Então se segure na cela. Não mataram só Pedrão, não, rapaz. Mataram também Bastos de seu Luís Gabrié e a mulher dele.
— Minha Nossa Senhora! Foi mesmo, Assis? Eles tavam juntos, era? A mulher de seu Luís Gabrié tinha uns oitenta ano, não tinha? De que hora que foi isso, Assis?

quinta-feira, 5 de julho de 2012

SISTEMA, SEU DANADO!


SISTEMA, SEU DANADO!

Sabem vocês qual é a palavra mais poderosa da língua portuguesa? Não? Não é Comunicação, como sempre imaginei. Chama-se sistema, pessoal. Mas sistema faz parte do Sistema comunicativo, dirão, e com razão, os senhores. É verdade. Mas o que quero dizer é que Sistema é o mandachuva da comunicação, o único representante dela que tem a coragem de mostrar a cara, de quem muitos se aproveitam, e bote muito nesse muito, para justificar as safadezas, desculpar-se das incompetências, eximir-se das imoralidades.
Sistema corta dos dois lados,

domingo, 1 de julho de 2012

JESUS, SEU DANADO DO CONTRA!


JESUS, SEU DANADO DO CONTRA!

Calma, meus nobres! Não estou a falar de Jesus, o filho do Homem, o nome central do cristianismo, o nascido em Belém, província romana da Judeia, e sim de outro amigo Jesus, o nascido aqui mesmo, filho de outro homem, o Sr. Silva, em Extremoz, província brasileira do Rio Grande do Norte. E, evidentemente, o danado do título acima não tem nada a ver com o rabudo, mas sim com aquele sujeito impetuoso, traquino, inteligente.
Jesus não era danado no nosso tempo de vendedor de grude. Ou melhor, danado era, mas