quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Dói muito, Senhor!



Quero que o Pocilga exponha a dor do barrão redator, mas as representantes do estado mental se escondem. Nem fino tiram nos sentimentos. Ficam azuis - azul é distância, não é, François? Identificar a origem da dor? Não, dizem. O mundo sabe.
Fico vermelho de vergonha, peço branco à história, ponho-me de roxo. Fazer o quê?
        Choramingava e me afastava quando algumas apareceram:
        
        Vá lá, chorão. Mas tão somente um microconto:

Dói muito, Senhor!

Santa Maria! Chegaram cedo demais, meus! Sentem-se, sintam-se em casa. Vou enviar um torpedo pros seus, tá?