sexta-feira, 5 de julho de 2013

UM TEXTO SINCERO

UM TEXTO SINCERO

         Não que os textos anteriores tenham sido insinceros. Nada disso, meus nobres. Mas ficção é ficção, concordam? E a presente postagem trata de informação. Seguinte. Em março passado, informei-lhes que havia posto o ponto final num romance. “QUÊ?!” é nome do bicho, lembram? E por que esse título? Porque, e lhes dei a informação, o texto, de 66.301 palavras, foi escrito sem o “que”. Comuniquei-lhes, ainda, que havia mandado os originais para algumas editoras. Cinco, pra ser específico.
        Pois bem, três editoras aceitaram publicar o bicho, desde que eu pague os custos. A tal produção independente. Aí é moleza. Qualquer editora publica, né não? Descartei-as de imediato. Uma editora não me deu resposta. Outra, até grande e famosa, propôs esta parceria: imprime 1500 exemplares. Pago 500 e ela distribui 1000. É uma aposta, pois segundo a avaliação dela, o livro tem potencial. Se precisar de mais exemplares, então corre tudo por conta da editora. Só que cada exemplar sai por 25 paus. Talvez até seja bom negócio, mas não pra quem tá matando cachorro a grito.
       Pois bem de novo. A fim de que a prosa não ficasse se espreguiçando no computador, hospedei-a (palavra feia, não?) no Clube de Autores. A matuta está dormindo lá. Nas versões impressa e e-book. Chique toda, a beradeira. A versão impressa custa R$ 88,52 e a digital, R$ 8,85. Agora me diga. Quem danado vai desembolsar 100 reais (tem o frete) por uma brejeira dessas? Só se o sujeito for daqueles doidos amassador de merda.
       Sugiro, então, o e-book, que além de baratinho é prático. Aqui, logo acima, criei uma guia, o atalho MEUS E-BOOK, SEU DANADO (só Deus sabe como) que leva você direto pra livraria do Clube. Vá lá, apresente-se à Sandrinha, leia as dez primeiras páginas do livro e compre. Também se não quiser comprar, a amizade continuará a mesma. A amizade, mas que você será tachado de mão de vaca, ah, isso é certo.
       Por último, talvez estejam se perguntando por que não procurei uma editora daqui de Natal. Procurei, sim.
       Pois bem, (esse é o último, juro) procurei um editor conhecidíssimo. No meio literário, é certo, de mim, não. O cara nem me deu bola. Parecia aéreo. Em seguida mandei os originais pra uma editora, também conhecida. Já fez três meses e nadica de nada de resposta. Não gostaram, é evidente. Daí eu ter ido bater em portas interestaduais. Ocorre, fazendo parêntesis, que não tenho cara – nem traquejo - de escritor. O cara que me viu, o aéreo, viu logo que eu não tinha pinta de prosador.  Os que não me viram, mas leram a sinopse, viram logo a brejeirice do texto e o deletaram.
      É isso. Mas não tô nem aí. Não quero ficar rico mesmo! Ah, tenho uma esperança. O Jânio da CJA. Fiquei de bater um papo com ele. Se a coisa for pra frente, e ele me editar, falo pra vocês, porquanto o impresso deve ficar bem mais em conta. Mas, vejam, não nos conhecemos. Não sei se a conversa fluirá quando ele apertar minha mão.
      É isso de novo, meus nobres.
      Valeu pelo plá. Agora vá ao MEUS E-BOOK (levante a vista que virá a guia). Tá vendo? Vale a pena ver  o tigre da capa. Criei a capa, acredita?
Fui!
Tião