segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

CHICOTADAS DE ESTIMA






Resultado de imagem para desde que uma mulher tenha brilho nos olhos




Oi, pessoal,
Tenho postado muito pouco ultimamente. É que o tempo ficou curto, já que estou mentindo numa dimensão maior. Devo terminar essa mentira (livro ainda sem nome) no fim deste mês.
Leiam, abaixo, o mostrengo que duas personagens me obrigaram a redigir. Escrevi na base do chicote, gente. Como escrever sem o “e” de ligação, sem o “e” do se e sem o “e” do de?

CHICOTADAS DE ESTIMA

Carinhosos abraços, musas amadas,
Musas, pois simbolizam doçura, candura, brandura. Prolixo, por unir abraços a carinhosos? Não! Carinhosos, sim, visto abraço, por si só, não mostrar a força do carinho. Difuso por vincular amadas a musas? Pois diga! Amadas, sim, posto musa, assim isolada, não traduzir a paixão incondicional. Musas, sim, porquanto dotadas do conjunto físico inspirador da minha procura lasciva. Não só da minha, musas amadas. Linhas tão sinuosas obrigam a turma masculina a virar a cachola coçando o bolso, haja vista a variação pra cima dos pontos gráficos da procura. Contudo, as arriscadas curvas não caminham na solidão, amorosas musas. Suas incitadoras fisionomias nos dão sinais mundanos: as ambicionadas curvas andam coladinhas à atributos implícitos, íntimos, como libidos, luxúrias, volúpias, viços. Tudo a jogar nas alturas a pulsação cardíaca dos analistas da formosura mamária.
Bom, foi doloroso o cara a cara do último sábado, o do incomum carão linguístico, acompanhado da insólita solicitação gramatical. Doloroso o cara a cara no barzinho 891, porquanto os caras a caras virtuais foram viçosos. Nossa troca das figurinhas após o ponto final dos contos já havia finalizado muitos álbuns de irmanação. No fundo, nosso blog, o Pocilga, não passava dum babão vanguardista. As figurinhas, musas amadas, colavam sonhos na minha porção impudica. Sonhava, sonhava, sonhava...
Conto fantástico, bicho. Introdução maravilhosa. Solução magnífica. Lirismo