quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Taça de Vinho

Texto da contracapa de Por uma Taça de Vinho Esta é uma ficção sobre obviedades.Da educação e do sexo. Ou não é óbvio se indignar com o pouco-caso de certos governantes a respeito da educação? Quantos milhões de analfabetos no mundo? E no Brasil? É ou não é óbvio se enfurecer com a covardia desses presidentes e afins? Covardes, sim, porquanto viverem testando o poder deles na demência mental impingida aos analfabetos. Esta ficção acha óbvio meninas e meninos saírem da puberdade conscientes do descomunal poder que transportam entre as pernas. Poder que só perde para o poder presente entre as orelhas. Esta ficção acha óbvio falar de sexo. Fala dele como se estivesse falando de saúde, educação, segurança. Esta ficção não tem papas na língua. Esta ficção privilegia o quá-quá-quá em detrimento do quê-quê-quê. Como tem bastante “coisa, pra e aí”, esta ficção não é recomendada pra erudito. Como tem bastante coisas de sexo, embora não seja indecoroso, esta ficção é proibida pra falso moralista. Aí só tem um jeito: ler por detrás das portas. Minhas portas: tcarneirosilva@gmail.com, www.pocilgadeouro e zap (84)98800-1610 Tião Carneiro

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