Tempos
terribilíssimos estão vivendo os brasileiros (adoro parêntesis, prolixidades e superlativos,
sabem, né?). Se não bastasse a censura a certas palavras ou expressões (denegrir,
amanhã é dia de branco, policiar e a coisa tá preta estão condenadíssimas ao
ostracismo), agora a estultice desembarcou com tudo no Congresso Nacional. Ah,
tô me lembrando da coisa das havaianas. (Lembram da história do pé direito, pé
esquerdo da Fernanda Torres?).
Pois bem. Os caras do Congresso
Nacional querem acabar com o jogo de Xadrez e extinguir bichos do Jogo do Bicho.
Culturas secularíssimas, gente.
No xadrez, já tem o
precedente do presidente Figueredo (Lembram dele dizendo que odiava pobre?). O
Figueredo odiava pobre e amava cavalo. (lembram das pedras do Xadrez? Vou avivar:
bispo, peão, cavalo, rainha, rei, torre).
Pois bem. O cavalo só podia comer uma pedra. Figueredo mudou a regra para o
cavalo comer mais de uma.
Acontece que