PRECEDENTE, PREVIDENTE, PRESIDENTE
Optei por esse título
depois de brigar com o de bobice, babaquice, bizarrice. Afinal, vou falar mesmo
é de bobas, babacas, bizarros. Termos que se encaixam direitinho na Silvinha e
Silvana, comentaristas fieis desta Pocilga. Preferi os “ente” de decente em
consideração aos demais leitores (5). Só que... Preciso de um parágrafo para
estender a reticência.
Seguinte. Certa vez, rebati
com esta introdução um comentário da Silvana: “Só que você, cara Silvana...”
Pra quê? Ela subiu nas tamancas com 7 pedras de babaquices: “Soque você, caro
TC. Respeite sua leitora”.
Fico matutando com meus
botões... Ah, gente, não vou deletar isso. Só quero ver a patada da Silvinha.
Ela vai dizer que engoli o “os” depois do “com” e perguntar se faz muito tempo
que “como botões”.
Vem de longe essa ilógica
desavença comigo. Penso até que minhas prosas atiçam a libido delas. Então elas
invertem a postura natural de atração como forma de expressar o bem-querer por
mim. O tal de ser humano não é flor que se cheire, gente. Li na Folha,
ontem, que tem pessoas pagando a outras para ser humilhadas de forma virtual.
Dominador financeiro é o nome do profissional que recebe a grana para chamar o
cliente de bundão, enrustido, broxa, incompetente, corno e coisas tais. Daí que
a esquisita atitude das meninas seria café pequeno comparando com a atitude esquisitona
de querer ser humilhado.
Vejam o que as malas sem
alças disseram sobre as duas postagens abaixo desta: “Don porfírio, o desumano
e Minha última vez”.
A primeira postagem fala
da luta de uma mulher para se livrar do tabaco. O cigarro Don porfírio, no caso.
A segunda se refere ao sufoco que certo passageiro passa num voo turbulento: última
vez que viajo de avião, jura ele.
Pois bem, Silvana e
Silvinha esculhambaram comigo. Disseram que as postagens eram uma putaria só e
que eu era um nojento pervertido. É claro que há entrelinhas de erotismo nos
textos. Queriam o quê? Que narrasse os fatos como notícia de jornal?
Não as conheço
pessoalmente, Guilherme. Delas só sei que são leitoras de François Silvestre e Vicente
Serejo, que as duas dividem a escova de dentes e que adoram caldo de cana com
pão doce. E que não usam máscara contra o corona. E que, ia esquecendo, não
estão nem aí para aglomerações.
Engraçado, Anchieta, é que
soube disso tudo numa tacada só. Deu-se assim. Fiz uma postagem informando que “havia
dado” 500 máscaras para uma comunidade carente. A boçal Silvinha pegou ar com
ares de picardia:
Sempre vi um v de aviadado em tuas prosas, TC. Sei não, viu. Precisas