Gandhi, o cambista e o por quê
Tive leve arranca-rabo
com uma nobre leitora, a Claudíssima, em razão da última postagem desta
Pocilga, a Pontos de Vista e Pontos de Ativista. Escrita sem o
“que”, a postagem fez a nobríssima leitora calçar as tamancas da ironia:
“Modéstia e singeleza têm pra dar e vender na
simplicidade de seu texto”.
E, pra não deixar duvidosa
a descortesia:
“Cavalar pedantismo, vizinho”.
A nobre vizinha falou
assim, gente, mesmo eu tendo dito no rodapé da postagem que a ausência do “que”
era tão somente uma tentativa de amolar os neurônios da criatividade. Mas ela só
começou a amansar, aquiescer, emudecer, essas coisas, e outras, quando lhe
disse que a minha rixa com o “que” era antiga e que havia 11 anos eu hospedara
no Amazon um escrito de 222 páginas sem usar o “que”. E que dera ao livro o
título de QUÊ?!” Nisso, ela entra no ebooks Kindle/Amazon e compra o QUÊ?! Sim,
a vizinha, agora empolgada, compra também as minhas mais recentes criações, o COISAS
e a Sisi Confidencial. Saí no lucro.
A verdade, gente