quinta-feira, 3 de outubro de 2024

Gandhi, o cambista e o por quê

 


Gandhi, o cambista e o por quê

Tive leve arranca-rabo com uma nobre leitora, a Claudíssima, em razão da última postagem desta Pocilga, a Pontos de Vista e Pontos de Ativista. Escrita sem o “que”, a postagem fez a nobríssima leitora calçar as tamancas da ironia:

 “Modéstia e singeleza têm pra dar e vender na simplicidade de seu texto”.

E, pra não deixar duvidosa a descortesia:

“Cavalar pedantismo, vizinho”.

A nobre vizinha falou assim, gente, mesmo eu tendo dito no rodapé da postagem que a ausência do “que” era tão somente uma tentativa de amolar os neurônios da criatividade. Mas ela só começou a amansar, aquiescer, emudecer, essas coisas, e outras, quando lhe disse que a minha rixa com o “que” era antiga e que havia 11 anos eu hospedara no Amazon um escrito de 222 páginas sem usar o “que”. E que dera ao livro o título de QUÊ?!” Nisso, ela entra no ebooks Kindle/Amazon e compra o QUÊ?! Sim, a vizinha, agora empolgada, compra também as minhas mais recentes criações, o COISAS e a Sisi Confidencial. Saí no lucro.

A verdade, gente