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CARTA DE ESTIMA – ESCRITA SEM O “E” DE ESTIMA
Continuando...
O continuando é dirigido
aos quatros leitores que estão acompanho a criação de meu livro. Recomendo aos
novatos que leiam o post Parteirinhas, de 20/7, e o Cartas de Amor Escrita sem
o “A”, de 27/7. Como não vão ler, direi
o seguinte. Trata-se de certo blogue, cujo autor está sendo obrigado por duas
leitoras a escrever 19 textos amalucados. Elas dizem que o cara perdeu o tino
da escrita depois que conheceu as duas e por elas se apaixonou. Pois bem, como
castigo, e a fim de amolar os neurônios, as aluadas exigiram que começasse a
punição escrevendo cinco textos sem as vogais. O primeiro, o sem o “A”, já
postei. Este é o sem o ”E”. Leiam. Leiam, mas relevem sutis senões, porquanto escrever
sem “E” também é coisa de pirado.
É isso.
Um abraço,
TC
Carinhosos
abraços, musas amadas,
Musas, pois simbolizam
doçura, candura, brandura. Prolixo, por unir abraços a carinhosos? Não! Carinhosos,
sim, visto abraço, por si só, não mostrar a força do carinho. Difuso por
vincular amadas a musas? Pois diga! Amadas, sim, posto musa, assim isolada, não
traduzir a paixão incondicional. Musas, sim, porquanto dotadas do conjunto físico
inspirador da minha procura lasciva. Não só da minha, musas amadas. Linhas tão
sinuosas obrigam a turma masculina a virar a cachola coçando o bolso, haja
vista a variação pra cima dos pontos gráficos da procura. Contudo, as arriscadas
curvas não caminham na solidão, amorosas musas. Suas incitadoras fisionomias nos
dão sinais mundanos: as ambicionadas curvas andam coladinhas à atributos implícitos,
íntimos, como líbidos, luxúrias, volúpias, viços. Tudo a jogar nas alturas a
pulsação cardíaca dos analistas da formosura mamária.
Bom, só ficamos