MINHA ÚLTIMA VEZ
Já falei aqui
acerca das lorotas de um amigo leitor. De quando em quando, mas normalmente aos
sábados, a gente se encontra a fim de jogar conversa fora, molhar o bico e dar
uma corujada em certos cenários. Por vezes ficamos chumbados, porque de ferro
não somos, não é, gente? Sábado agora, em meio a levantamentos de copo, pitacos
no danado do mensalão, imaginações nas vizinhas de mesa, o debochado chutou
este aspeado:
“E aí, Tião.
Li teu texto intitulado de Minha Primeira Vez. (http://www.pocilgadeouro.com/2012/08/minha-primeira-vez.html)
Sabe o que acontece, bicho, estás ficando extremamente previsível com as
pegadinhas sem graça. As buchudas literatices já deram o que tinham de dá, meu.
De mais a mais – expressão que é a tua cara, Tião -, as barrigudas imagens nos
dizem que o autor está acima do peso literário. Mas deixa isso pra lá. Vamos
beber.”
O debochado
respeitou