Este
texto é um jogo. É sério, gente. No fim do texto – finzinho mesmo – eu revelo o
jogo e o objetivo dele. Use mente e cérebro sem receio nenhum. Suspeite, desconfie,
codifique, descodifique.
Sugiro-lhe obstruir os costumeiros
circuitos dos tempos de colégio.
Tempo do jogo? Três minutos.
Comecemos?
Viver é um jogo entre
interesse e costume cujo juiz é o mestre contexto. Digo isso e logo percebo em muitos
ouvintes os gestos do ceticismo. Outros emitem um sim de quengo, contudo
reticente. Dizem:
Em tese é isso mesmo, TC.
Viver pode ser um estupendo jogo, sim, porém...
E você? Vem pro time dos irrestritos, corre pro grupo do ceticismo ou sobe no muro dos reticentes? Vê jogo nos políticos, meu nobre? E nos negócios de todos os tipos? E em certos templos religiosos? Vê? E, preciso dizer isto, meu nobre... E em escritores desprovidos de intelecto? Vê jogo nos textos deles?
