Olá, colegas,
Em algumas postagens no http://www.pocilgadeouro.com/, tenho
me reportado ao meu segundo livro, o Intuitor Bião – um Homem de Palavra.
Pois não é que o bicho acabou de sair? Ou melhor, de entrar? Ele está aqui, ó: http://www.protexto.com.br/livro.php?livro=425.
Se quiser comprá-lo, sinta-se à vontade. Caso
prefira, pode adquiri-lo de mim. Mande um imeio para tcarneirosilva@gmail.com ou ligue 8741-1610. Beleza? Pela editora, o livro sai
por R$ 73,00, considerando o frete. Comigo, o danadão fica por R$ 50,00, já que
estou repassando o desconto que a
editora me dá. Mas fique à vontade. Inclusive pra não comprar. Devo receber o
romance daqui pro dia 10 de maio. Reserve logo seu exemplar, visto o
best-seller estar bombando (tá rindo de quê?). A primeira edição esgotou-se
antes de chegar à rua, acreditam?
Não farei lançamento, pois não quero que se veja
obrigado a ir ao evento apenas porque é meu amigo. Livrarias? Por enquanto,
não. A editora tem um programa de “Livrarias Parceiras”. Estamos tentando
viabilizar esse projeto. O certo é que queremos fugir da humilhante consignação
imposta ao autor por essa modalidade de venda.
Leiam as orelhas
do livro e em seguida uns trechinhos das idiotices literárias.
“Palimpsesto é um texto sobre o qual se descobrem
escritas anteriores. Neste livro, o escrevinhador Tião Carneiro nos presenteia,
com grande maestria, algumas cartas e mensagens que podemos considerar como um
palimpsesto, pois cada palavra tem um significado diferente, escondido. Ao
longo da história, certos personagens, exímios usuários da intuição racional,
irão desvendar as reais intenções de seus autores, o que irá fascinar quem
estiver saboreando este livro.
Os acontecimentos se sucedem no meio deste século,
em 2049, e predizem um futuro incerto para a humanidade. Quem viver, verá!”
Fernando
Carlos Daiha Nunes da Silva
Escritor
“Tião Carneiro é homem de palavra. Fruto da sua
fluência verbo-gráfica, e passando bem longe da verborragia, não há, aqui,
“palavrinhas inúteis, perdidas”. As palavras caem nas páginas deste livro como
água em cachoeira, levando o leitor, em imersões literárias, compulsórias no
início, a pescar, numa bela manobra romanesca, episódios presentes no livro A
Senhora 2 e o Senhor 2, do mesmo autor. Passada a aprazível turbulência, os
mergulhos serão espontâneos, conduzidos pelos intuitores Bião e Simas, que
esclarecem verdades escondidas nas entrelinhas do texto. Não há palavras
perdidas. Mesmo a brincadeira com o nome de personagens e de lugares não é sem
propósito: traz à tona uma contundente crítica social, protagonizada pela
personificada D. Internete. A cada mergulho, o leitor é fisgado por uma
surpresa. É mesmo surpreendente. Haja fôlego, mas vale a pena. Muito.”
João
Felipe Filho
Escritor
Agora vou lhe apresentar
um dos principais personagens, o Bião.
Bião tem um metro e quarenta e oito centímetros,
pesa 45 quilos, usa cabelos compridos, encaracolados. Os olhos são amarelados.
As pernas. Ah, as pernas! Bião tem pernas de sibite. São tão grossas que as dos
pardais daqui do Arruda ganham de goleada das dele.
O desgraçado do Bião não joga sequer um grama de
disfarce na genética feiura. Pelo contrário, levanta toneladas de esquisitices
para se tornar mais feio. Ninguém o vê sem uma camisa compridona, quadriculada,
tipo toalha de mesa, bastante comum na roça de antigamente. As bermudas do
espantalho são todas coloridas, cada uma com no mínimo oito bolsos. Outro
acessório do qual o Bião não se separa são os óculos. O galã adora óculos
escuros.
Leia o que o Bião
disse a um de seus interlocutores.
“Escreva como lhe convier. É um direito seu. Mas
reserve-me o direito de ser como sou, tá legal? Não sou escritor, seu
doutorzinho e literato de merda. Sou intuitor! Intuitor! Intuitor! Ouviu bem?
Escritor apenas flerta com a intuição. Intuitor é amigado com a intuição.
Sacou, meu?”
Veja uma
partezinha erótica do livro
Tudo bem até aqui, Simas?
Vamos adiante. Na véspera de o Simas depor na CPI, ele e a Carlinda chegam ao
apartamento onde o Simas está hospedado. Preparam-se para dormir. Carlinda
retira um terno azul da bolsa, deixa-o sobre a cama e começa a se despir.
Carlinda está usando, Marcão, assim o Simas me disse, um vestido longo,
sensualíssimo, verdinho.
Ela começa a se desfazer do vestido, mostrando, aos
pouquinhos, a estrutura da devassidão. Depois se desfaz do sutiã, também
verdinho, mas amarelinho de inutilidade, já que os avermelhados biquinhos, de
tão róseas e rochosas tetas, não acusam necessidade de suporte algum. Por
último ela tira as meias, branquinhas, tão imaculadas quantas as imaculadas,
lisinhas e adoráveis coxas. Simas deve ter se enganado com a sequência dos
colíricos atos, meu amigo Marcão, visto o glorioso espetáculo sempre começar
pelo abandono das meias. Em seguida...
Quer mais? Então...
Um abração, gente,
Tião Carneiro
2 comentários:
Meu caro amigo e dileto escriba Tião: Proponho-me a adquirir, com retumbante emoção e prazer, o seu best-seller, cuja linguagem é acessível as mais diferentes matizes. Estarei, com muita honra e satisfação, presente ao lançamento do livro na hora marcada por vc, como sempre com precisão londrina, às tantas horas, tantos minutos e alguns segundos. Um abração do amigo Paulo Roberto.
Valeu, meu caro!
Um abraço,
Tião
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