Desse
vizinho, Jorgel e Josélia só conhecem o som alto de música sertaneja.
Do da direita, conhecem apenas
um senhor que fica na calçada coçando minúsculo e ridículo bigodinho.
O vizinho da esquerda sempre
liga o som alto por volta das dez horas da noite. Mas o som é desligado tão
logo o casal chega à calçada a fim de reclamar. O peste advinha, brincam os
recém-casados.
Jorgel e Josélia estão
casados há dois meses. Moram naquela casa há uma semana. A casa precisa de boa
reforma. Dizem que é mal-assombrada e tal, mas o baixo preço de compra tinha
dado a coragem para o casal peitar assombrações.
Até que naquela tarde-noite
de sexta-feira, o casal está se apeando da moto no momento em que o vizinho da
esquerda está subindo num táxi:
“Quero falar com vocês”, gritou.
“Que homem mais feio. É
todo mal repartido”, falou a Josélia, apoiando-se no marido, como a antever
algo perigoso.
Deve vir se desculpar pelo
som alto, sussurrou o Jorgel.
Preciso do PIX de vocês.
Quê? PIX? Pra quê? Nem
nos conhecemos... Como assim PIX? Pensamos que o senhor estava querendo se
desculpar pelo som alto. O senhor podia...
O PIX, homem. Todas as
noites escuto vocês fazendo planos para a reforma da casa. Quero ajudá-los.
Adoro vocês. Formam um casal lindo. Agora me dê o PIX.
Não podemos..., gaguejou o
Jorgel, mas o desfecho do gaguejo foi brecado por encoberto beliscão, visto a Josélia
imaginar o marido conjugando um verbo errado depois do podemos. Josélia trocou
o suposto verbo:
Não podemos conversar
dentro de casa?
Sim, sim. Vou dispensar o táxi e desmarcar um encontro com uma garota de programa
.Pronto. Agora botem num
papelzinho o PIX dos dois.
O vizinho dedava no
celular o papelzinho lhe dado pela Josélia e comentava:
Josélia. Nome tão lindo
quando você, vizinha. Jorgel. Nome tão viril quanto você, vizinho.
Não custava nada ler o iluminado
“PIX” na tela do celular, fechar a boca e dar um “Obrigado Sr. Isaias”, mas o
casal permaneceu de boca aberta e olhos aboticados nos valores: Jorgel R$ 25.533,77
e Josélia R$ 36.644,88. Mãos dadas, olhos no celular um do outro, o casal ouviu
a explicação do feioso vizinho.
Essa grana é só para
acalmar o espírito planejador de vocês. Não vão precisar dela pra reformar a
casa, pois imagino que aceitarão a proposta que lhes farei em minutos.
Pelo amor de Deus... O
senhor, senhor, senhor...
Isaias. Meu nome é Isaias,
Jorgel. Sou paulista, filho de nordestinos. Tinha 9 anos quando meu pai abandonou
minha mãe. Dias depois, a mãe morreu atropelada. Tenho 39 anos, 30 deles
morando na rua. Desasnei lendo jornais velhos. Aí o povo de Deus que deixava
sopão pra gente, sentiu minha queda pela leitura e começou a me dar revistas usadas
e livros diversos. Acabei me apaixonando pela leitura. Nessa toada, aprendi francês,
alemão e inglês. Mas sou bom mesmo é em
matemática. Transformo tudo dos sapiens em matemática. Sou discípulo do Pitágoras.
O comportamento humano,
Josélia, é forjado no costume, que forma padrões, que criam rastros numéricos,
que podem ser reduzidos entre o zero e o nove. Esse caminho monta o belo jogo
da vida. O tabuleiro desse jogo chama-se agora, a moeda chama-se interesse, o ganho
chama-se plenitude, a perda chama-se inquietude, o fim chama-se infinitude.
Pois bem. Há cerca de
quatro meses, ganhei uma bolada na Mega-Sena e saí da rua. Então certa ordem psíquica
mandou-me para Natal. Cheguei sexta-feira passada neste casarão, um dia antes
de vocês chegarem. Mas morro de medo de morar sozinho, Josélia. Durmo num
cômodo dos fundos, onde fumo baseados, preparo meu chá, bebo vinho, assisto a
filmes pornôs e escuto música clássica. Não sei a que som alto se referiu,
Jorgel, já que ouço músicas pelo celular. O som deve vir do vizinho da direita.
Ou são dejetos do condicionamento de vocês. Outra coisinha: sou bissexual.
Ah, a proposta. Estou
lhes propondo o emprego de secretário. O salário mensal de cada um será de R$
102.324,56. A única condição é dormirem comigo. Darei mais detalhes depois do
sim de vocês. Então...
Estou esperando o sim,
gente. Alô, professor Jorgel. Estou na escuta. Você me ouviu, professora
Josélia?
Dr. Isaias, o doutor há
de convir que nosso encontro, seu relato, sua proposta, enfim, formam um
contexto pra lá de surreal. Não dá pra responder assim de supetão. Podemos lhe
dar a resposta amanhã? Além do mais, parece que o doutor advinha. Como sabe que
somos professores? Mais. É impossível o doutor nos escutar fazendo planos para
reformar a casa.
Não adivinho, Jorgel.
Apenas sou perito em ler padrões comportamentais. O lado docente está na postura
de vocês. E planejar reforma numa casa deteriorada é a coisa mais normal no
mundo dos sapiens. A resposta não pode ser amanhã, Jorgel. O amanhã não existe.
É tão só um referencial. O jogo da vida acontece agora. Se ficarem pensando até
amanhã, serão ludibriados pelos condicionamentos alojados no inconsciente. Resultado
desse padrão é o cérebro meter medo em vocês. Ele vai dizer que sou um piradão,
que de esmola grande cego desconfia, que sou um magnata das drogas, essas
coisas. O cérebro é um idiota acomodado que prefere a coisa ruim conhecida ao
bom desconhecido.
Precisam, vizinhos,
acionar a consciência para fugir desse idiota. O cérebro da inconsciência não é
você, Josélia. Se depender dele, você não vai viver. Vai só existir. Ninguém
sai do impasse da dúvida com o mesmo nível de consciência com o qual entrou.
Precisa elevar a consciência, Josélia. Faça isso, e a consciência lhe dirá que
cavalo selado não costuma passar duas vezes na frente de ninguém.
O doutor é bem
persuasivo. Acho que podemos tentar, não é, amor?
Jorgel, meu querido,
tentar, assim como o amanhã, não existe. Tentar é mais uma artimanha do
cérebro. É desculpa para o ilusório amanhã. Ou vocês pegam o emprego ou não
pegam. Podem trabalhar apenas um dia e informarem que não querem mais. Da mesma
forma que posso dispensar vocês a qualquer momento. Mas, vejam, agimos. Ninguém
tentou nada.
Bom. Vou transferir o
agora para daqui a 10 minutos. Se não me procurarem em 10 minutos, vou entender
que rejeitaram o emprego. Com licença.
Então. 3 desses 10
minutos o casal gastou se olhando. Jorgel rompeu o silêncio fugindo do mérito
da proposta:
Não atino, amor, o porquê
de o piradão nos informar que é bissexual e de ter usado a expressão “dormirem
comigo”.
E o olhar de pua. O pretidão
dos olhos parece nos furar. Ele é aluado, amor. É o jeito de ele se expressar, contrapôs
Josélia. Quer saber, sorriu Josélia, levantando-se e pegando a bolsa.
Encontraram Isaias com
uma caneca de chá na mão:
Obrigado, vizinhos. Vou
adiantar o ordenado do primeiro mês, disse Isaías, mexendo no PIX celular. Vejamos
agora a tarefa de vocês para amanhã. Contratem um serviço de churrasco, pois pretendo,
no domingo, dar uma festa de boas-vindas para a vizinhança. Vou convidar o Dr.
Rodolfo, o vizinho da direita de vocês, e as duas lésbicas da minha esquerda. Fiquem
à vontade para convidar quem lhes convier. Na segunda-feira, contratem uma
cozinheira, uma faxineira e uma professora de piano. Todas na faixa dos 30 anos
e tão lindas quanto você, Josélia.
É isso. Agora façam um
jantar pro nosso aconchego. A garota de programa, a Miraia, deve chegar em
instantes. O que sugere pra janta, Josélia?
Jorgel é especialista em
lasanha, Dr. Isaias.
Ótimo. Compre os
ingredientes ali no Bonamezza, Jorgel. Mas, espere, faremos logo o brinde inaugural
de nossa parceria, falou, indo ao cômodo dos fundos, voltando com uma garrafa
de vinho e três taças.
Ah, Dr. Isaias. Não
bebemos. Somos evangélicos.
Sério, Jorgel? Não
entendo como algo tão elementar escapou de minha percepção. É uma pena, é uma
pena, é uma pena. Mas compre os ingredientes da lasanha, sapiens infantil.
Jorgel vai. Mas, em
segundos, chega um zap no celular da Josélia:
“O piradão vai nos dispensar,
amor. A repetição de é uma pena, é uma pena, é o sinal. Faça alguma coisa. Não
podemos perder a grana desse aluado.
Josélia ainda oferece
tratos à bola quando o marido chega com as compras, prescrutando-a com o olhar.
Com a chegada do Jorgel chega também a salvadora saída. Josélia dá escandalosa
risada e fala entre sorrisos:
Meu marido tem essas ideias
brincalhonas, Dr. Isaias. Ele apenas quis saber se o doutor adivinha mesmo. Por
isso lhe disse que somos evangélicos. Não somos. Adoramos vinho, Dr. Isaias.
Brindemos, então, minha
linda, disse Isaias, enchendo de vinho as taças. À nossa união, exclamou,
beijando a face de cada um.
Trêmula, Josélia
sentou-se. Não entendia como singelo beijo dado por um homem tão feio fora
capaz de deixá-la tão acesa, a ponto de umedecer as entranhas libidinosas.
Jorgel, por sua vez, correu
pra pia a fim de preparar a lasanha. Era hétero oficial, mas o beijo do pinel lhe
acendera sentimentos inconfessáveis. Chegou a se benzer.
Miraia chega e se senta
no colo do Isaias. O jantar consome três garrafas de vinho, inúmeras picardias
e boas gargalhadas. O sono chega. Isaias e Miraia vão mostrar os aposentos onde
o casal JJ vai dormir. O sono sai.
Ia dar três horas da manhã
quando Isaias vai para o cômodo dos fundos. O casal JJ e a Miraia ficam dormindo.
Isaias toma um chá e pega no sono.
O churrasco é uma festa
só. Isaias faz um discurso e, numa fala infantil, revela que ganhara 400
milhões numa Mega-Sena. A Festa fica se repetindo em qualquer dia e hora da
semana. A cozinheira, a faxineira e a professora de piano já dormem na casa. A
Miraia também. Mas nem sempre dorme com Isaias.
Em certo churrasco
noturno, cai uma bomba:
Isaias é filho do Sr.
Rodolfo.
Rodolfo, o vizinho da
direita do casal JJ, deu a explicação:
Nas conversas entre Isaías
e ele, algumas particularidades começaram a se unir, então concordaram em fazer
uma acareação de DNA.
Era de se esperar sorrisos,
abraços, palmas, essas coisas, mas o entusiasmo dos circunstantes acabou não
sendo essas coisas toda. Pelo contrário. O churrasco ficou morno.
Bom. Passam dois meses,
Isaias diz a Jorgel que vai passar a tarde numa biblioteca. Isaias tem o
costume de não sair de casa sem não dizer pra onde vai.
Mas Isaias não volta. Nem
informa o porquê. Seu celular está desligado. Ninguém da casa dorme naquela
noite. Nem na seguinte. Conjecturas e mais conjecturas. No entardecer do
terceiro dia, porém, uma eufórica Josélia corre gritando pela casa. Isaias enviara
este zap pra ela:
“Amada Josélia, reúna-se
com Jorgel, Rodolfo e Miraia, às 19 horas e 33 minutos na sala de jantar. Soltarei
uma granada telepresencial no grupo”.
Os celulares do grupo se
iluminam nos minutos marcados. A granada vai explodir:
“Beijos, queridos. Preciso
lhes dar ciência de certas coisinhas. Ouçam a primeira. Formulei o padrão
numérico dos 10 sorteios administrados pela CEF. Ganho na modalidade que quiser
e na variante que me convier. Vou enviar as fórmulas apenas para o e-mail da
Miraia. Está tudo explicadinho e exemplificadinho, querida. Memorize as
fórmulas e jogue imediatamente no mar os dispositivos. De imediato, repito. Espero
que tenha noção do poder ao seu dispor, Miraia.
Estou nos Estados Unidos,
no Texas, por onde dei o pontapé na missão de formular os padrões estatísticos
das loterias do mundo inteiro. Tenho projetos assistenciais para empregar os
recursos adquiridos. Conto com Jorgel, Rodolfo e Josélia no gerenciamento desses
projetos humanitários.
Em minutos, queridos, a
CEF sorteará os números da Quina e da Mega-Sena. Conheçam os números da Quina:
14-24-37-58-70. Da Mega-Sena: 4-5-6-15-30-50. É isso. Estarei com vocês em
breve”.
Olhar distante, dedos
tamborilando, mãos no queixo, o grupo parece ter ensaiado o simultâneo levantar-se
da cadeira. São 20 horas e 33 minutos. O “em breve” do Isaías consome uma hora.
Isaías acaba de chegar. Equilibra duas bandejas nas mãos: uma com chá, outra
com vinho:
Boa noite, queridos. Sentem-se,
por favor. Brindemos com este chá especial o nosso reencontro. Não estava no
Texas, amados. Não, embora pretenda iniciar por lá a minha estratégia de
equacionar os padrões lotéricos mundiais. Estava no sótão de meu cômodo
preferido. Sabia da imperspicácia do grupo em me localizar, assim como a de não
ver as quatro câmeras camufladas nesta sala, o que me fez analisar o satânico
olhar de cada um. Era meu sonho reunir dois homens e duas mulheres estressados pelo
extremo interesse material, como o de saberem antecipadamente os milionários
números de uma loteria.
O olhar de surpresas não
mente, visto não ter vindo do inconsciente ou do consciente, mas do instinto. Seja
o da compaixão, seja o da danação. A bilionária notícia dos padrões lotéricos no
e-mail da Miraia mostrou-me o olhar da danação de vocês quatro.
O olhar da Miraia construía
a morte de vocês, já que ela temia ser morta em razão de guardar o bilionário
segredo. O olhar do Jorgel e da Josélia se conectavam, como se dissessem “precisamos
conversar”. O olhar do Rodolfo... Ah, esse olhar dispensa surpresas. Vive
direto na danação. Rodolfo é um crápula de plantão. Vejam do que ele foi capaz:
Ciente de minha condição
de rua, esse senhor foi bolando determinados contextos, tipo nome de minha mãe,
bairro onde ela morava, cidade natal dela, essas coisas. Dava-lhe cordas para as
cafajestagens, porquanto antever a intenção. Até que ele me “convenceu” a fazer
o teste de paternidade. Desconheço quanto ele pagou ao corrompido laboratório,
certo é que, testemunharam vocês, esse sacripanta era só sorrisos no churrasco
em que me chamava de filho. Imagine, Miraia, do que esse senhor será capaz de
fazer com você. Mas não vai acontecer nada, querida.
Lamento decepcioná-los, mas
não sou maluco para enviar padrões de acertos lotéricos para a Miraia. Torná-los
cientes disso, contudo, termina sendo irrelevante, já que perderão a memória
desta conversa em escassos segundos. O chá que tomam, queridos, atingirá o
efeito máximo em 40 segundos. Usarei esse tempo para ir ao banheiro. Na volta,
tomaremos vinho:
Boa noite, queridos.
Quero me desculpar pela displicência de viajar sem tê-los avisados. Brindemos o
reencontro com vinho, amados? O senhor, Sr. Rodolfo, está fora do brinde. O
senhor é um cretino da pior espécie. O senhor não pode ser meu pai. Tenho 79
anos. O senhor tem 61. A conta não bate. Devo a aparência de 39 anos ao uso de
um dos meus chás. A propósito de chá, amada Josélia, suponho que você, assim
como a Miraia, a cozinheira Claudinha, a faxineira Kelce e a pianista Mônica,
estão desconfiadas de que estão grávidas. Estão, sim. E de gêmeos.
Vejo a incredulidade no
rosto de vocês. Mas ela irá embora assim que absorvam este brevíssimo contexto
histórico.
Durante milênios, habitaram
o mundo os Habilis, Ergasters, Erectus. O último desses hominídeos chamava-se
Neandertal. Grande parte dos neandertais viveu onde hoje situam-se Portugal e
Espanha. Uma parte menor viveu nas américas, especialmente onde ficam hoje os
Estados Unidos. Os neandertais europeus tinham a plenitude da imaginação e cultivavam
extremada convivência coletiva. Perceber e despertar era a rotina deles.
A parte americana, porém,
vivia num miserê só, digamos assim. O que acontece. Lotados de frustração, os
neandertais americanos invadiram a parte europeia e saíram se apoderando de
tudo, matando os irmãos, cometendo mil e uma estrepolia. Por fim, ganharam o
mundo, descobrindo coisas, é verdade, mas dizimando qualquer nicho de hominídeos
que viam pela frente.
Resultado: em razão do
caráter desbravador dos neandertais americanos, antropólogos e historiadores (liderados
pelo Heródoto) relevaram o lado sanguinário deles e começaram a denominar esse
povinho de Homo sapiens, como se, do nada, o cosmo parisse uma legião de hominídeos
dotados de sapiência, sabedoria, sensatez, essas coisinhas. Não tem sentido
essa denominação. Essas coisinhas – esta
é a verdade – morreram com o extermínio dos irmãos desse povinho. E exterminados
por esse povinho. Povinho que vê a vida começando pela extorsão. E não pela
imaginação. Daí que, por ferir o bom senso e matar a lógica, é tremenda
aberração histórica denominar os humanos atuais de Homo sapiens.
Não existe a espécie Homo
sapiens. Existe a espécie Homo neandertal. E grande parte dos neandertais –
grande mesmo - transporta o insano genes dos neandertais dizimadores,
adquiridos por meio da milenar cultura genética. Cultura que foi se aperfeiçoando
a ponto de a insanidade ser hoje um valor social: ser estúpido é ser chique. E a
moda é ser intolerante. Orgasmo não é mais coisa de sexo. É coisa de excessos.
Não existe faxina que
acabe a estupidez sapiens. Precisamos começar do zero, caso queiramos construir
o bem-estar coletivo, ponto de honra dos cordiais neandertais. Pra isso, precisamos
arregaçar as mangas – ou outras peças – a fim de botar no mundo a geração S. S
de sapiens, naturalmente..
Estou fazendo a minha
parte. Tenho o neandertal costume de fazer e tomar certos chás.
Não vejo mais
incredulidade no seu rosto, professora Josélia.
Pode me deixar no
aeroporto, professor Jorgel? Vou para os Estados Unidos.
E aí, leitores e leitoras neandertais raízes?
Estão fazendo a parte de vocês? Tenho estoque de chá. Podem usar os comentários abaixo para me pedir. Não fiquem acanhados.
No 08 do 25,
TC
2 comentários:
Não sei o senhor, mas anotei aquela combinação para jogar na mega sena, vai que dou sorte né.
Dei boas gargalhadas, que trama embaraçosa, até o bonamezza fez parte da história. Se ganhar na mega não se preocupe não vou propor absolutamente nada mas certamente irei tomar boas bebidas japonesas e tomar banho nas águas termais que lá existe. O churras deixa pra volta anônima K.
Eu também vou anotar a combinação de números pra jogar na Mega-Sena.
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